Um Pálido Ponto Azul

Várias versões do texto de Carl Sagan sobre a imagem da terra que mostra nossa insignificância perante a grandeza do universo.

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Minha formação religiosa é toda católica, mas sou praticante do Saganismo, termo difundido nas redes sociais para definir pessoas que, impactadas pela obra de Carl Sagan, tendem a ser mais céticas e racionalistas.

Ele se notabilizou como um dos maiores divulgadores científicos do mundo e eu fui muito impactado pela série Cosmos. Inclusive semana passada publiquei um conteúdo sobre o disco dourado da Voyager, uma das histórias mais marcantes dentre as que aprendi assistindo o programa televisivo.

E por falar na Voyager, quando ela estava a 6,4 bilhões de quilômetros da Terra, esta sonda espacial recebeu um comando para se virar e fotografar o caminho percorrido. Uma das imagens enviadas mostrava a terra como insignificante e, nas palavras de Sagan, “pálido ponto azul”.

Inspirado pelo registro, em 1994 o cientista lançou um livro chamado Pálido Ponto Azul – Uma Visão do Futuro da Humanidade no Espaço, também gravado em Audio Book, e no vídeo abaixo, uma versão legendada de We Are Here: The Pale Blue Dot, sobre texto de Carl Sagan, narrado por ele próprio:

O texto é lindo e nos ajuda a pensar sobre nossa irrelevância diante da grandeza do universo. Um blog chamado Zen Pencils, que faz quadrinhos com textos famosos em inglês, ilustrou em tirinhas o relato de Sagan e o blog brasileiro Um Sábado Qualquer traduziu. Espia:

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De todas as versões, a que eu mais gosto e a com maior poder de atrair os ninjas cortadores de cebola é a editada e gravada pelo dublador Guilherme Briggs, contendo uma boa dosagem de emoção para nos trazer um olhar diferente sobre o nosso planeta. Assista: